COMO MUDANÇAS CLIMÁTICAS AFETAM CRIANÇAS E ADOLESCENTES:
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Segundo relatórios da UNICEF, 3 a cada 10 crianças no brasil convivem com 3 ou mais riscos climáticos; quase metade das crianças e adolescentes do mundo (ou 1,1 bilhão) está exposta a pelo menos 3 riscos climáticos.
O relatório de risco climático de crianças 2026 usa dados recentes para mapear a exposição as oito ameaças mais frequentes no mundo: enchentes de corpos d'água, secas, calor extremo, queimadas, ondas de calor, tempestades de poeira, areia e tropicais. Seca, calor extremo e ondas de calor são a combinação mais comum de riscos climáticos e afeta mais de 296 milhões de crianças e adolescentes que vivem em áreas expostas. A falta de esforços urgentes para reduzir emissões de gases de efeito estufa, ameaças climáticas se tornam cada vez mais frequentes e intensas, pressionando sistemas governamentais e orçamentos públicos.
No Brasil, 95% ou 47 milhões de crianças e adolescentes estão expostas a poluição do ar. 11% da população infantil do país estão expostas a malária.
O que é recomendado pela UNICEF:
REDUZIR AS EMISSÕES DE GASES NOCIVOS e adotar ações para cumprir compromissos internacionais, incluindo a eliminação gradual dos combustíveis fosseis e a transição para energias renováveis.
PROTEGER CRIANÇAS E ADOLESCENTES por meio de adaptação climática inclusiva, redução de riscos de desastres, garantir que as políticas fundamentais para crianças sejam incluídas nos planos nacionais. Isso inclui criar escolas seguras e verdes, garantindo segurança alimentar das crianças, e fortalecer eficiência dos serviços de água e saneamento.
EMPODERAR CRIANÇAS E JOVENS a participar em ações climáticas, investindo em educação ambiental e habilidades climáticas, enriquecendo a educação desde o fundamental.
A educação é vital para a consciência ambiental, tanto nas escolas quanto na sociedade.
“Quando fortalecemos sistemas de saúde e educação e melhoramos a infraestrutura com foco nas crianças, protegemos seu presente e garantimos seu futuro” - Catherine Russel, conhecida por seu trabalho na UNICEF e ativista pelos direitos das crianças e promoção da paz.
Ona Meneses,
Fonte: UNICEF.


