Fernando Figueiredo

  • Os Futuros Guardiões da Sustentabilidade

    Os Futuros Guardiões da Sustentabilidade

    ODS 4 - Educação de Qualidade

    A construção de uma sociedade comprometida com o futuro do planeta depende, de maneira decisiva, da educação das novas gerações.

    Introduzir os princípios do desenvolvimento sustentável desde a infância não é apenas desejável, mas essencial para construir cidadãos capazes de compreender e enfrentar os desafios ambientais, sociais e econômicos que já se apresentam no século XXI.

    As crianças de hoje serão os tomadores de decisão, consumidores, profissionais e líderes do amanhã. Portanto, educá-las desde cedo para agir com responsabilidade socioambiental representa um investimento estratégico e de longo prazo.

    Ensinar sustentabilidade na infância significa apresentar, de maneira lúdica e acessível, temas como:

    • uso consciente dos recursos naturais;
    • preservação da biodiversidade;
    • reciclagem;
    • economia de baixo carbono;
    • justiça social e respeito às comunidades.

    Ao compreender que cada ação cotidiana tem impactos reais — positivos ou negativos — no ambiente e nas relações humanas, a criança desenvolve senso crítico, empatia e capacidade de colaboração. Esses elementos são fundamentais para construir uma mentalidade que valorize escolhas responsáveis.

    Não existe qualquer dúvida que hábitos formados nos primeiros anos de vida tendem a se consolidar com maior facilidade. Assim, ensinar uma criança a evitar desperdícios, separar resíduos, economizar água e energia, ou a valorizar práticas coletivas de cuidado, aumenta significativamente a probabilidade de que esse comportamento se torne permanente na vida adulta.

    Importante destacar que o desenvolvimento sustentável não se restringe ao meio ambiente. Ele envolve relações sociais equilibradas, combate às desigualdades e promoção de um modelo econômico mais justo.

    Ao trabalhar esses princípios com crianças, incentiva-se a construção de valores éticos que favorecem o diálogo, o respeito e a cooperação. Isso contribui para uma sociedade mais pacífica e inclusiva.

    A escola desempenha papel central nesse processo, mas a educação para a sustentabilidade deve ser compartilhada com a família, a comunidade e instituições públicas e privadas. Projetos escolares, hortas educativas, campanhas de reciclagem, histórias sobre o tema, jogos e experiências práticas reforçam o aprendizado e tornam o tema parte da rotina. A integração entre diferentes atores sociais amplia o impacto e fortalece uma cultura sustentável.

    Portanto, ensinar os princípios do desenvolvimento sustentável às crianças é uma necessidade urgente e estratégica. É por meio da educação que se torna possível formar indivíduos conscientes, criativos e comprometidos com o bem-estar coletivo.

    Investir nessa formação é garantir que o futuro seja construído sobre fundamentos sólidos, capazes de promover equilíbrio ambiental, justiça social e prosperidade econômica.

    Fernando Figueiredo

    Academia Nacional de Desenvolvimento Sustentável

  • Década 2020 – Pacto climatico de Glasgow

    Acordo que reforça a meta de 1,5ºC e acelera a eliminação progressiva de subsídios aos combustíveis fosseis e avança na regulamentação do mercado global de carbono.

    O Pacto Climático de Glasgow, resultante da COP26, é um documento complexo que estabelece metas e ações para enfrentar as mudanças climáticas. O texto completo pode ser encontrado no site da UNFCCC (United Nations Framework Convention on Climate Change)

  • TERRITÓRIO DO CONHECIMENTO – PARA PESSOAS, A NATUREZA E A INOVAÇÃO – Casa do Lago, UNICAMP

    Centro de Estudos sobre Urbanização para o Conhecimento e a Inovação (CEUCI) promove, em maio de 2025, na Casa do Lago, a exposição e ciclo de eventos Territórios do Conhecimento, abertos ao público. 

    A exposição é aberta ao público e gratuita e pode ser visitada de 2a a 6af, das 9h às 19h, do dia 5 ao 30 de maio de 2025, não sendo necessária inscrição. Visitas monitoradas podem ser agendadas gratuitamente para grupos de 5 a 20 pessoas. 

    Os eventos incluem mesas de debate e apresentações de estudos de caso e serão realizados nos dias 8, 19, 22 e 29 de maio, sempre das 17h às 19h. 

    De 5 a 30 de maio de 2025
    Casa do Lago, UNICAMP, Campinas 

    O conceito de territórios do conhecimento de quarta geração (TC4) vem sendo desenvolvido pelo CEUCI a partir de uma combinação dos conceitos de parques tecnológicos e distritos de inovação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O termo inclui desde centros de pesquisa, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e campi universitários até distritos de inovação e redes de produção do conhecimento distribuídas por uma cidade ou região. Enquanto os territórios do conhecimento de primeira e segunda geração se baseavam na parceria entre academia, indústria e governo (hélice tríplice), os de terceira geração incluem a sociedade e os de quarta geração incorporam também o meio ambiente (hélice quíntupla). A interação entre esses cinco agentes torna os TC4 ambientes de inovação que transcendem o desenvolvimento econômico, buscando a mitigação de crises ambientais e de desigualdades sociais, como laboratórios vivos direcionados à resiliência urbana e à construção de um espaço saudável.

    Clique aqui para ver a programação completa dos eventos e inscrever-se

    Clique aqui para agendar uma visita monitorada.

    O CEUCI é um Centro de Ciência para o Desenvolvimento sediado na UNICAMP e apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Sua equipe interdisciplinar tem como missão contribuir para a implantação do Hub Internacional para o Desenvolvimento (HIDS) e de outros territórios de produção do conhecimento, em particular aqueles situados em franjas urbanas, a partir de estudos de casos nacionais e internacionais.

    Centro de Estudos sobre Urbanização para o Conhecimento e a Inovação (CEUCI) promove, em maio de 2025, na Casa do Lago, a exposição e ciclo de eventos Territórios do Conhecimento, abertos ao público. 

    A exposição é aberta ao público e gratuita e pode ser visitada de 2a a 6af, das 9h às 19h, do dia 5 ao 30 de maio de 2025, não sendo necessária inscrição. Visitas monitoradas podem ser agendadas gratuitamente para grupos de 5 a 20 pessoas. 

    Os eventos incluem mesas de debate e apresentações de estudos de caso e serão realizados nos dias 8, 19, 22 e 29 de maio, sempre das 17h às 19h. 

    O conceito de territórios do conhecimento de quarta geração (TC4) vem sendo desenvolvido pelo CEUCI a partir de uma combinação dos conceitos de parques tecnológicos e distritos de inovação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O termo inclui desde centros de pesquisa, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e campi universitários até distritos de inovação e redes de produção do conhecimento distribuídas por uma cidade ou região. Enquanto os territórios do conhecimento de primeira e segunda geração se baseavam na parceria entre academia, indústria e governo (hélice tríplice), os de terceira geração incluem a sociedade e os de quarta geração incorporam também o meio ambiente (hélice quíntupla). A interação entre esses cinco agentes torna os TC4 ambientes de inovação que transcendem o desenvolvimento econômico, buscando a mitigação de crises ambientais e de desigualdades sociais, como laboratórios vivos direcionados à resiliência urbana e à construção de um espaço saudável.

    Clique aqui para ver a programação completa dos eventos e inscrever-se

    Clique aqui para agendar uma visita monitorada.

    O CEUCI é um Centro de Ciência para o Desenvolvimento sediado na UNICAMP e apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Sua equipe interdisciplinar tem como missão contribuir para a implantação do Hub Internacional para o Desenvolvimento (HIDS) e de outros territórios de produção do conhecimento, em particular aqueles situados em franjas urbanas, a partir de estudos de casos nacionais e internacionais.

  • Documentos internacionais sobre o Desenvolvimento Sustentável

    Não seção DOCUMENTOS você encontrará os principais documentos emitidos pelos organismos internacionais e um link para acessar o conteúdo integral desses documentos.

  • Decada 2010 – Acordo de Paris

    Acordo no âmbito da Convenção-Quadro sobre mudança do clima que estabeleceu o objetivo de limitar o aumento da temperatura global a no máximo 2 graus centigrados acima dos níveis pre-industriais.

    https://antigo.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris.html

  • Década de 2010 – Adoção da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

    O documento da Conferencia, denominado Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável estabeleceu os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) substittuindo os antigos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)

    https://translate.google.com/translate?u=https://sdgs.un.org/2030agenda&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=srp

  • Década 2010 – Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20)

    O documento da Conferência, denominado O Futuro que queremos,elaborou a criação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e deu enfase em medidas para implementação da economia verde e para a erradicação da pobreza.

    https://elo3.com.br/o-futuro-que-queremos/#:~:text=O%20Futuro%20que%20Queremos%20%C3%A9,de%20Desenvolvimento%20Sustent%C3%A1vel%20(ODS).

  • Década de 2000 – Declaração do milênio da ONU

    Estabeleceu os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio com metas a serem atingidas até 2015, incluindo redução da pobreza, promoção da educação e sustentabilidade ambiental.

    https://www.oas.org/dil/port/2000%20Declara%C3%A7%C3%A3o%20do%20Milenio.pdf

  • Década de 90 – Protocolo de Kioto

    Acordo internacional no âmbito da Convenção-Quadro sobre mudança climatica (UNFCCC)

    Estabelece compromisso de redução de emissões de gases efeito estufa pelos paises desenvolvidos.

    http://mudancasclimaticas.cptec.inpe.br/~rmclima/pdfs/Protocolo_Quioto.pdf